Cardiologista e arritmologista – RJ

Dr.Guili Pech –  especialista em acompanhamento de pacientes graves, observando as arritmias desde o início (bradicardias e taquicardia) e assim, tomar as medidas cabíveis, orientando a mudanças de hábitos e estilo de vida, alinhando a um acompanhamento cardiológico especializado e atualizado.

Quem é Dr.Guili Pech

Dr.Guili Pech é graduado em Medicina, realizou residência em Clínica Médica e Cardiologia e arritmologia – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Além disso, possui os Títulos de Especialista em Clínica Médica e Especialista em Cardiologia pela SBC – Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Atualmente, Guili Pech é Diretor Médico da Sá e Pech – Monitorização cardíaca prolongada, é médico da retaguarda do serviço de arritmias cardíacas do Hospital Samaritano Botafogo e médico Cardiologista do Hospital Municipal Lourenço Jorge.

Conheça a Sá e Pech – Monitorização cardíaca prolongada

A Sá e Pech é uma empresa médica que tem como meta principal oferecer, de modo diferenciado, exames de monitorização cardíaca, com destaque na área das arritmias e na pesquisa dos sintomas relacionados. Uma empresa que se destaca por realização de exames de forma rápida e adequação de horários aos de seus pacientes. Além disso, existe a possibilidade da realização de exames na casa do paciente ou em seu local de trabalho. São algumas das estratégias utilizadas pensando naqueles pacientes com maior dificuldade de mobilidade, pacientes com alta debilidade e/ou acamados ou que, simplesmente queiram otimizar o seu tempo. Além disso, conta com a qualidade do serviço de dois especialistas em arritmias cardíacas e outros problemas associados ao coração.

Morte súbita e outros problemas cardíacos: dicas para um estilo de vida mais saudável

Mais de 320 mil pessoas morrem de forma súbita, por ano, no Brasil. Arritmias cardíacas chegam a afetar cerca de 20 milhões de brasileiros, de acordo com os dados levantados pela SOBRAC – Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas. Alguns sintomas como fraqueza, palpitações, desmaios, confusão mental, tonturas, hipotensão arterial (pressão baixa), cansaço e/ou dor no peito podem indicar problemas no coração.

Estima-se que, com tamanha epidemia de obesidade, sedentarismo e maus hábitos de alimentação, tais como a grande adesão ao fast food, esses números tendem a aumentar ainda mais, infelizmente. É possível classificar as arritmias cardíacas em dois grupos, de acordo com as alterações nas batidas do coração.

Tipos de arritmias cardíacas

Basicamente, existem dois tipos de arritmias: a taquicardia, quando o coração bate mais rápido que o normal, e bradicardia, batidas mais lentas, em descompasso, com irregularidade. Em ambas as situações deve-se iniciar com o tratamento e monitoramento.

Em caso de não haver diagnóstico e/ou ausência de tratamento, a arritmia cardíaca pode culminar em uma morte súbita.

A morte súbita

A morte súbita cardíaca ocorre de forma inesperada e instantânea, causada pela perda da funcionalidade do músculo do coração. Comumente, está relacionada a dois tipos de miocardiopatia: hipertrófica, quando se aumenta o tamanho do músculo cardíaco e que causa arritmia; e displasia arritmogênica do ventrículo direito. As células do músculo cardíaco são substituídas por células gordurosas, mas, neste caso, não há nenhum tipo de associação com a alimentação.

Estilo de vida: melhor método preventivo

O acompanhamento médico aliado a uma mudança de estilo de vida diminui os riscos naqueles pacientes que possuem predisposição a ter problemas cardíacos graves. Ou seja, aliar melhores hábitos de saúde como alimentação e realização de exercícios físicos, somando-se a um acompanhamento regular. Sendo assim, diminui as chances de ter problemas cardiológicos graves num futuro.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico se dá quando o paciente pode perceber seus batimentos cardíacos de forma inadequada. Após essa identificação, deve-se procurar um cardiologista para a avaliação prévia. O médico fará um exame clínico e, se houver necessidade, outros exames complementares. Os tratamentos mais comuns são: medicamentosos, por ablação por cateter ou ainda por implante de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis (DCEI), como Marca-passo (MP), Cardioversor Desfibrilador Implantável (CDI) ou Ressincronizador.

Incorporação de novos métodos tecnológicos que podem vir a ajudar no processo de prevenção, diagnóstico e monitoramento.

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